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POSIÇÃO
Wesp lamenta reação de entidade de magistrados após se manifestar sobre decisão do TJ/RS
Luís Gustavo Machado – MTE 15280 | PSDB - 15:15 - 23/08/2019 - Foto: Celso Bender

O líder da Bancada do PSDB na Assembleia Legislativa, deputado Mateus Wesp, voltou a criticar a decisão do Tribunal de Justiça (TJ/RS) referente ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do Estado para 2020. Wesp usou espaço de liderança do partido, na sessão plenária desta quinta-feira (22), para dizer que a LDO, encaminhada ao Parlamento pelo governador Eduardo Leite, de forma realista, com congelamento de recursos, apresenta dois aspectos: o primeiro, que o Estado passa pela maior crise da sua história, reflexo da irresponsabilidade de governos que gastaram muito mais do que tinham; e segundo, que os poderes e órgãos que hoje reclamam do congelamento de gastos tinham recursos de sobra para cobrir as despesas com a folha de pagamento de salários de juízes e promotores de Justiça e, inclusive, seu crescimento vegetativo.

Segundo Wesp, os parlamentares, representantes do povo gaúcho, entenderam, por ampla maioria, que era o momento de cortar gastos, apertar o cinto, aprovando por 37 votos o congelamento de repasses. “Os deputados, que já têm os próprios salários congelados desde a legislatura passada, estão fazendo jus à expressão ‘palavras convencem, mas exemplos arrastam’, conforme sabedoria popular”, disse.

Wesp lamentou o fato que ocorreu nesta semana, que o fez lembrar dos tempos do “Castilhismo” e do “trabalhismo getulista”, quando um juiz, provocado por uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) proposta pelo Ministério Público, decidiu monocraticamente derrubar a vontade soberana do governador e do povo gaúcho, declarando que a crise do Estado não era sua. O deputado classificou o gesto do juiz de irresponsável.

O parlamentar disse, ainda, que após se manifestar em uma plataforma de rede social sobre a decisão do Judiciário, recebeu resposta intimidatória da Associação dos Magistrados (Ajuris). De acordo com Wesp, a mensagem foi feita com o intuito de tolher a sua voz. “Foi a voz do Parlamento que tentavam calar”, concluiu.

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